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Se tem interesse em começar a elaborar os seus próprios cremes cosméticos caseiros e está à procura de informação, é normal encontrar termos novos que podem gerar dúvidas ao princípio. Ao ler receitas, guias ou tutoriais, surgem conceitos relacionados com tipos de cosméticos, ingredientes, fases ou processos que convém entender bem antes de deitar mãos à obra.
Para esclarecer tudo isto, preparámos este glossário com os conceitos e termos básicos do mundo da cosmética caseira, explicados de forma clara e simples. A ideia é acompanhar o seu percurso desde o mais básico até ao mais elaborado, para que possa compreender o que é cada coisa e por que razão é utilizada.
Para que lhe seja realmente útil, este glossário não está ordenado por letras, mas sim por temas, seguindo o percurso lógico que qualquer pessoa costuma fazer quando começa na cosmética caseira: primeiro os conceitos básicos, depois os diferentes tipos de produtos, mais à frente o processo de elaboração e, por último, os ingredientes, a formulação e os problemas mais habituais.

Este conteúdo faz parte dos materiais formativos que desenvolvemos na Gran Velada, pensados para acompanhar quem quer começar ou aprofundar a elaboração de cosmética caseira, com informação clara, recursos práticos e apoio contínuo. Além disso, em granvelada.pt encontrará conteúdos focados exclusivamente em cremes e outros cosméticos, com receitas, guias passo a passo e explicações pensadas para aprender de forma progressiva. E se também lhe interessa o mundo do sabão, em granvelada.pt dispõe de ideias e recursos complementares para continuar a ampliar conhecimentos ao seu ritmo.
Além deste glossário, colocamos à sua disposição vários manuais gratuitos com os quais poderá aprender:
E lembre-se que, se em qualquer momento tiver a mínima dificuldade com os conceitos, ingredientes, compras na nossa loja ou com a execução das receitas, seja cliente ou não… pode entrar em contacto connosco.
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Nesta secção explicam-se os conceitos fundamentais que permitem entender o que é a cosmética caseira e como funciona. Antes de entrar em ingredientes, processos ou formulações mais técnicas, é importante ter claras as bases sobre as quais se constroem os diferentes produtos cosméticos.
Estes conceitos ajudam a compreender que tipos de cosméticos existem, em que se diferenciam uns dos outros e que nível de complexidade tem cada elaboração. É o ponto de partida ideal para quem se inicia na cosmética caseira e quer avançar com uma base sólida e bem compreendida.
Dentro da cosmética caseira existem diferentes tipos de produtos, que se diferenciam pela sua composição, pela sua textura e pelo processo necessário para os elaborar. Nem todos os cosméticos se formulam da mesma maneira nem requerem o mesmo nível de complexidade, pelo que é importante conhecer as diferenças entre uns e outros.
Nesta secção explicam-se os formatos cosméticos mais habituais, ordenados do mais simples ao mais elaborado. Entender o que é cada tipo de produto e como funciona ajuda a escolher melhor por onde começar e a avançar de forma progressiva na elaboração de cosméticos caseiros.
Um cosmético é qualquer produto destinado ao cuidado, proteção ou melhoria do aspeto da pele, do cabelo ou das unhas, sem finalidade médica. Dentro da cosmética incluem-se formulações muito simples, como óleos ou bálsamos, e outras mais complexas, como cremes, loções ou séruns. Em cosmética caseira, entender o que se considera um cosmético ajuda a saber que ingredientes utilizar e que nível de cuidado aplicar durante a elaboração.
Um creme cosmético é um produto emulsionado, formado por uma fase aquosa e uma fase oleosa que se mantêm unidas graças a um emulsionante. É um dos formatos mais habituais porque permite hidratar, nutrir e proteger a pele num único produto. Em cosmética caseira, o creme marca o passo para uma formulação mais técnica, já que requer o controlo de proporções, temperaturas e conservação.
Um sérum cosmético é um produto de textura leve e alta concentração de ativos, desenhado para atuar de forma específica sobre a pele. É absorvido rapidamente e utiliza-se normalmente antes do creme. Em cosmética caseira é uma formulação intermédia, mais simples que um creme, mas que exige conhecer bem os ativos e as suas percentagens.
Uma loção cosmética é um produto mais fluido que um creme, com maior conteúdo de fase aquosa e uma fase oleosa muito leve ou até inexistente. É absorvida com rapidez e utiliza-se muito em produtos corporais ou cuidados leves. É uma boa opção para começar a trabalhar emulsões suaves.
Um bálsamo cosmético é um produto anidro, ou seja, não contém água. É composto unicamente por óleos, manteigas e ceras, o que lhe confere uma textura sólida ou semissólida. Em cosmética caseira é um dos formatos mais simples de elaborar, já que não requer emulsão nem conservante.
Um gel cosmético é um produto de base aquosa com textura fresca e leve, que se obtém graças ao uso de gelificantes. Não contém fase oleosa e é absorvido rapidamente. Em cosmética caseira é um formato simples, embora exija entender como funcionam os gelificantes e como se incorporam os ativos.

Nesta secção reúnem-se os conceitos que entram em jogo quando se começa a formular cremes com um maior nível de controlo, seja trabalhando do zero ou ajustando fórmulas existentes. Aqui aparecem termos relacionados com a função dos ingredientes, a estabilidade do produto, a regulação do pH e a vida útil do creme.
Não se trata de complicar o processo, mas sim de entender o que faz cada elemento dentro da fórmula e como pequenas variações podem mudar o resultado final. Conhecer estes conceitos permite refinar receitas, adaptar os cremes a diferentes tipos de pele e trabalhar com mais segurança à medida que se ganha experiência em cosmética caseira.
Uma base cosmética é um creme já emulsionado e estabilizado que serve como ponto de partida para formular sem começar do zero. Permite adicionar ativos, aromas ou óleos de forma simples, reduzindo a complexidade do processo.
Fazer um creme do zero implica formular e elaborar a emulsão completa, controlando fases, percentagens, temperaturas e conservantes. É um processo mais técnico do que trabalhar com bases, mas oferece um maior controlo sobre a fórmula final.
Um humectante é um ingrediente que ajuda a reter a água na pele, melhorando a hidratação. Utiliza-se na fase aquosa e contribui para que o creme resulte mais confortável e duradouro.
Os princípios ativos são ingredientes selecionados pela sua função específica sobre a pele, como hidratar, refirmar, acalmar ou regenerar. Incorporam-se em percentagens concretas e, em muitos casos, durante a fase de arrefecimento.
Os extratos vegetais são ativos obtidos de plantas, utilizados para conferir propriedades cosméticas concretas. Não conferem um aroma significativo, mas sim um enfoque funcional de acordo com a planta utilizada.
Os óleos essenciais podem atuar como ativos cosméticos e também como agentes aromáticos. Em cremes, usam-se em percentagens baixas e sempre tendo em conta o tipo de pele e a finalidade do produto.
Os aromas cosméticos utilizam-se exclusivamente para perfumar o creme. Ao contrário dos óleos essenciais, não têm função ativa sobre a pele e são escolhidos pela sua estabilidade e tolerância.
Os corantes cosméticos são empregados para dar cor aos cremes sem afetar a sua estabilidade nem a pele. Utilizam-se em pequenas quantidades e devem ser sempre aptos para uso cosmético.
As ceras cosméticas utilizam-se para conferir corpo e consistência a determinadas formulações. Em cremes, costumam empregar-se em pequenas proporções para ajustar a textura e a estabilidade.
Os utensílios de cosmética incluem balanças, termómetros, batedeiras e recipientes resistentes ao calor. A sua limpeza e correta utilização são fundamentais para uma elaboração segura.
A medição do pH consiste em verificar o nível de acidez ou alcalinidade de um creme através de tiras reativas. É um passo fundamental para garantir que o produto seja compatível com a pele.
Regular o pH implica ajustá-lo quando este não se encontra no intervalo adequado. Este passo é realizado no final do processo e permite refinar a fórmula antes de a dar por terminada.
São tiras de papel reativo que permitem medir de forma rápida o pH de cremes, sabões e cosméticos caseiros. Utilizam-se mergulhando a tira no produto ou aplicando uma pequena amostra, e o resultado obtém-se instantaneamente comparando a cor com a escala incluída, indicando o nível de acidez ou alcalinidade.
A validade indica o tempo durante o qual um creme pode ser utilizado com segurança. Depende do conservante, da fórmula, da embalagem e das condições de armazenamento.
Estabilidade do creme A estabilidade refere-se à capacidade do creme para manter a sua textura, cor e odor com o passar do tempo, sem se separar nem se degradar.

Nesta secção descreve-se o processo geral para elaborar um creme cosmético caseiro, desde a preparação dos ingredientes até à obtenção do produto final. Ao contrário de outros cosméticos mais simples, os cremes requerem seguir uma série de passos concretos e respeitar uma ordem para que a formulação seja estável e segura.
Conhecer este processo ajuda a entender o que acontece em cada fase da elaboração, por que razão é importante controlar temperaturas, tempos e proporções, e como estes fatores influenciam a textura, a estabilidade e a qualidade do creme. É um passo fundamental para passar de misturar ingredientes a formular com critério.
Nesta secção reúnem-se os conceitos fundamentais que intervêm durante a elaboração de uma creme cosmética, desde a preparação das fases até ao ajuste final do produto. São termos que aparecem de forma recorrente em receitas e explicações práticas, e que ajudam a entender o que está a acontecer em cada momento do processo.
Conhecer bem estas fases e conceitos permite seguir as receitas com maior segurança, identificar possíveis erros durante a elaboração e compreender por que razão um creme resulta mais estável, mais leve ou mais denso. É a base para trabalhar com critério e passar de reproduzir fórmulas a entender realmente como se forma um creme cosmético.
A emulsão é o resultado da união de uma fase aquosa e de uma fase oleosa de forma estável, de modo a que não se separem com o tempo. Num creme cosmético, a emulsão é o que dá origem à textura final. Se não se formar corretamente, o creme pode «cortar» ou separar-se.
A fase aquosa é a parte da fórmula formada por água ou líquidos compatíveis com a água, como hidrolatos ou infusões. Confere hidratação e representa habitualmente a maior percentagem de um creme cosmético.
A fase oleosa é composta por óleos, manteigas e outros ingredientes gordos. Confere nutrição, proteção e suavidade à pele e determina, em grande medida, a sensação final do creme.
O emulsionante é o ingrediente que permite unir a fase aquosa e a fase oleosa para formar um creme estável. Sem emulsionante, as fases separar-se-iam com o tempo.
O arrefecimento é a fase do processo na qual a emulsão perde temperatura e adquire a sua textura definitiva. Neste momento, costumam adicionar-se os ativos sensíveis ao calor e o conservante.
O pH do creme indica o seu grau de acidez ou alcalinidade. Ao contrário do sabão, os cremes devem ter um pH ligeiramente ácido, semelhante ao da pele. Em cosmética caseira, verifica-se com tiras reativas de pH para garantir que o produto é seguro e compatível com a pele.

Nesta secção explicam-se os ingredientes que fazem parte de um creme cosmético e a forma como se combinam para obter um produto equilibrado, estável e seguro. Aqui entram em jogo conceitos-chave como a função de cada ingrediente dentro da fórmula, as proporções entre fases e o papel que cada componente desempenha no resultado final.
Entender a formulação vai mais além do que seguir uma receita: implica saber por que razão se escolhe um ingrediente e não outro, como influencia a textura, a sensação sobre a pele e a durabilidade do creme. Este bloco é fundamental para começar a formular com critério, adaptar receitas e ganhar autonomia na elaboração de cremes cosméticos caseiros.
Nesta secção reúnem-se os ingredientes básicos que formam a estrutura de um creme cosmético caseiro. São os elementos essenciais a partir dos quais se constrói a fórmula e que determinam tanto a função do produto como a sua textura, estabilidade e sensação sobre a pele.
Conhecer bem estes ingredientes principais permite entender o que cada um aporta, por que razão são utilizados e como influenciam o resultado final do creme. É a base para formular com critério, ajustar receitas e começar a tomar decisões conscientes na hora de elaborar cosméticos caseiros.
Os óleos vegetais fazem parte da fase oleosa e conferem nutrição, suavidade e proteção. A sua escolha influencia diretamente a textura e o tipo de pele ao qual o creme se destina.
As manteigas vegetais são gorduras sólidas à temperatura ambiente, como a manteiga de karité ou de cacau. Conferem corpo e consistência, mas devem ser equilibradas para evitar texturas demasiado pesadas.
Os hidrolatos fazem parte da fase aquosa e são obtidos durante a destilação de plantas. Não conferem aroma ao produto final, mas sim um enfoque de formulação suave de acordo com a planta de origem.
Os ativos cosméticos são adicionados para conferir funções concretas, como hidratar, acalmar ou regenerar a pele. É importante saber em que fase se adicionam e em que percentagem.
Os conservantes são imprescindíveis em cremes que contêm água. A sua função é proteger o produto contra microrganismos e garantir a sua segurança durante o uso.
Os antioxidantes utilizam-se para evitar a oxidação dos óleos e prolongar a vida útil do creme. Não substituem os conservantes.
Os gelificantes permitem espessar a fase aquosa e criar texturas tipo gel. Também são utilizados para estabilizar emulsões leves.
Os espessantes são utilizados para ajustar a densidade e a textura final do creme sem modificar o resto da fórmula.

Nesta secção reúnem-se os ingredientes básicos que formam a estrutura de um creme cosmético caseiro. São os elementos essenciais a partir dos quais se constrói a fórmula e que determinam tanto a função do produto como a sua textura, estabilidade e sensação sobre a pele.
Conhecer bem estes ingredientes principais permite entender o que cada um aporta, por que razão são utilizados e como influenciam o resultado final do creme. É a base para formular com critério, ajustar receitas e começar a tomar decisões conscientes na hora de elaborar cosméticos caseiros.
Nesta secção descrevem-se os erros mais comuns e as situações habituais que podem surgir ao elaborar cremes cosméticos caseiros. Muitos destes problemas surgem durante a aprendizagem e nem sempre indicam que o creme está mal feito, mas sim que algo na formulação, no processo ou na conservação pode ser melhorado.
Conhecer estes erros e saber identificá-los ajuda a entender o que aconteceu, evitar que se repitam em futuras elaborações e ganhar confiança no processo. Este bloco é especialmente útil para aprender a corrigir receitas, ajustar fórmulas e avançar na cosmética caseira com maior segurança.
Um creme cortado é aquele em que a emulsão se separa em fase aquosa e fase oleosa, normalmente devido a um erro na formulação ou no processo de elaboração.
A separação de fases surge quando o creme liberta água ou óleo com o passar do tempo, indicando uma emulsão pouco estável.
Uma textura demasiado líquida pode dever-se a uma fase oleosa baixa ou à falta de espessantes.
Uma textura excessivamente espessa está habitualmente relacionada com um excesso de manteigas ou de espessantes.
Um mau odor indica oxidação ou contaminação e o creme não deve ser utilizado.

A conservação e a segurança são aspetos fundamentais na elaboração de cremes e cosméticos caseiros, já que a maioria destes produtos contém água e está em contacto direto com a pele. Trabalhar com ingredientes naturais não elimina a necessidade de controlar estes fatores; pelo contrário, torna ainda mais importante entender como proteger o produto final.
Nesta secção reúnem-se os conceitos relacionados com a duração, estabilidade e uso seguro dos cosméticos, assim como as medidas básicas que ajudam a evitar contaminações e problemas durante o armazenamento. Conhecer estes aspetos permite elaborar cremes mais seguros, prolongar a sua vida útil e utilizá-los com tranquilidade.
Nesta secção reúnem-se os aspetos relacionados com o acompanhamento e cuidado do cosmético uma vez elaborado. Não basta formular corretamente um creme: é igualmente importante saber como verificar se este se mantém em bom estado ao longo do tempo e como agir para o conservar adequadamente durante o seu uso.
O controlo e manutenção do produto inclui a observação de alterações na textura, no odor ou na cor, bem como o uso correto da embalagem e as condições de armazenamento. Compreender estes conceitos ajuda a detetar a tempo possíveis problemas, prolongar a vida útil do cosmético e utilizá-lo de forma segura até ao fim.
A conservação refere-se à capacidade do creme para se manter em bom estado durante o seu uso, sempre com o conservante adequado.
A vida útil é o tempo durante o qual um creme pode ser utilizado com segurança.
A estabilidade indica se o creme mantém a sua textura, cor e odor com o passar do tempo.
A higiene engloba todas as medidas necessárias para evitar contaminações durante a elaboração.
A embalagem influencia diretamente a conservação do produto e a sua duração.
O armazenamento adequado ajuda a manter o creme em bom estado durante mais tempo.

Este glossário foi pensado como uma ferramenta de consulta rápida, para o ajudar a identificar e compreender os termos mais habituais e a avançar com maior segurança na cosmética caseira. É um ponto de apoio ao qual pode voltar sempre que surgir uma dúvida enquanto elabora os seus próprios produtos.
Para continuar a aprender passo a passo, encontrará logo abaixo deste texto o banner do manual gratuito de cremes cosméticos da Gran Velada. Ao clicar nesse banner, poderá descarregar o manual, onde explicamos com mais detalhe o processo de elaboração, receitas práticas e conselhos para começar com confiança.
E lembre-se: se em qualquer momento tiver dúvidas sobre ingredientes, processos ou resultados, na Gran Velada estamos aqui para o ajudar. Pode entrar em contacto connosco por telefone, por e-mail para que não tenha de avançar sozinho em nenhum momento.
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