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Se tens vontade de começar a fazer sabonetes artesanais e estás à procura de informação, é normal encontrares conceitos e palavras que geram dúvidas ao início. Em receitas, vídeos e tutoriais, aparecem termos que se repetem constantemente e que convém ter claros antes de pôr as mãos à obra.
Para esclarecer tudo isto, preparámos este glossário com os conceitos e termos básicos do mundo do sabonete artesanal, explicados de forma simples e direta.
O glossário está organizado por temas, seguindo o mesmo percurso que qualquer pessoa costuma fazer quando começa a fabricar sabonetes: desde os conceitos mais gerais até aos ingredientes, ao processo, à formulação e aos problemas mais comuns.
Este conteúdo faz parte dos recursos que elaboramos na Gran Velada, onde ajudamos há anos pessoas a iniciarem-se na elaboração artesanal de sabonetes, com materiais, guias e acompanhamento.
Além disso, em HacerJabones.es encontrarás receitas, ideias e explicações passo a passo para continuares a aprender ao teu ritmo.
Para aprofundares um pouco mais, também colocamos à tua disposição vários manuais gratuitos:
Se durante o processo surgir qualquer dúvida, estamos aqui para te ajudar, tanto se já começaste como se ainda estás a dar os primeiros passos.
Aquí tienes la traducción de esta nueva sección. He mantenido la coherencia con los términos técnicos de la jabonería tradicional (como «saponificação» y «saponification»).
Nesta secção, reunimos os termos relacionados com a elaboração de sabonete artesanal a partir de óleos e soda cáustica, ou seja, o método tradicional de fazer sabonete do zero. Aqui aparecem os conceitos básicos do processo de saponificação, as fases pelas quais o sabonete passa e os elementos-chave que influenciam o resultado final.
Compreender bem este vocabulário é fundamental para formular corretamente, identificar possíveis erros e ganhar segurança no momento de elaborar sabonetes de óleo.
Antes de entrar em fases concretas do processo ou em aspetos de formulação, é importante entender o que é realmente um sabonete de óleo e quais são os conceitos fundamentais que o definem.
Neste bloco, explicam-se as bases do sabonete feito do zero: o que o torna sabonete, como se forma e que elementos intervêm para que cumpra a sua função principal, que é limpar.
Estes conceitos são o ponto de partida para compreender tudo o que vem a seguir na elaboração de sabonetes artesanais com óleos.

Un jabón es, ante todo, algo que limpia: arrastra la grasa y la suciedad. Luego puede tener muchas propiedades y añadidos, pero si no cumple esa función básica, no es un jabón.
Independientemente de los ingredientes o del método de elaboración, la capacidad limpiadora es lo que define realmente a un jabón.
Es el proceso que convierte los aceites en jabón. Durante la saponificación, los aceites reaccionan con la sosa y dejan de comportarse como grasa para transformarse en un producto capaz de arrastrarla y limpiar.
Dicho de forma sencilla: gracias a la saponificación, algo que antes ensuciaba pasa a ser lo que limpia; sin este proceso no existiría el jabón.
Es una forma de hacer jabón en la que no se aplica calor externo para forzar el proceso. Los aceites y la sosa reaccionan de manera natural y el jabón se va formando poco a poco durante el reposo y el curado.
Es el método más utilizado en jabonería artesanal porque permite trabajar con calma y conservar mejor las propiedades de los ingredientes.
Es una forma de hacer jabón en la que sí se aplica calor para acelerar la saponificación. Al forzar el proceso, el jabón se forma completamente durante la elaboración y no es necesario esperar el tiempo de curado largo que requiere la saponificación en frío.
Este método es útil cuando se necesita disponer del jabón en menos tiempo, aunque el proceso es más intenso.

Nesta secção reúnem-se os termos que descrevem as diferentes fases pelas quais o sabão de azeite passa desde a mistura dos ingredientes até estar pronto a ser utilizado.
São conceitos que surgem de forma recorrente em receitas e explicações práticas, e que ajudam a compreender o que está a acontecer em cada momento do processo.
Conhecer bem estas etapas permite trabalhar com maior segurança, antecipar possíveis problemas e controlar melhor o resultado final do sabão.
É o ponto em que os óleos e a soda cáustica se misturaram corretamente e já não se separam. A emulsão indica que a mistura é estável e que o processo de saponificação pode continuar sem dificuldades. Sem uma emulsão adequada, o sabão não se desenvolve corretamente e podem surgir defeitos no resultado final.
É o momento em que a mistura de óleos e soda começa a engrossar e deixa de estar líquida. Quando se atinge o traço, a mistura já está estável e permite adicionar aromas, corantes e outros ingredientes sem que se separem. O traço marca o início do trabalho criativo com o sabão.
É o momento de deitar a mistura do sabão no molde. O vertimento realiza-se após atingir o traço e deve ser feito com cuidado.
Um vertimento correto ajuda a evitar bolhas e a obter um acabamento uniforme.
É o período em que o sabão permanece imóvel dentro do molde após o vertimento, enquanto solidifica.
Durante esta fase, o sabão começa a ganhar forma e consistência.
É uma fase em que o sabão aquece internamente e adquire um aspeto mais translúcido ou gelatinoso. É um fenómeno normal e não representa um problema.
A gelificação indica que a saponificação está a avançar corretamente dentro do molde.
É o momento de retirar o sabão do molde quando já possui consistência suficiente.
Deve ser feito com cuidado para evitar deformações ou quebras.
É a etapa em que o bloco de sabão é dividido em barras individuais.
O corte costuma ser feito quando o sabão ainda não está totalmente duro, para obter arestas mais limpas.
É o período em que o sabão, já desenformado, é deixado a repousar e a secar. Durante a cura perde água, endurece e torna-se mais suave para a pele.
Uma cura adequada é essencial para a qualidade final do sabão.
Forma de aquecer os ingredientes de maneira suave e controlada, especialmente na saponificação a quente.
Este método evita sobreaquecimentos bruscos e permite um maior controlo do processo.
Processo de limpeza dos moldes e utensílios após a fabricação do sabão, tendo cuidado com possíveis restos de soda cáustica.
Recomenda-se deixar os utensílios repousar antes da lavagem, por maior segurança.

Nesta secção explicam-se os termos relacionados com os ingredientes que intervêm na elaboração do sabão de azeite e com a forma como se combinam entre si. Entram aqui em jogo conceitos-chave como os óleos, as manteigas, a soda cáustica e as proporções que determinam como será o sabão final.
Compreender bem estes termos é essencial para formular corretamente, ajustar receitas e perceber porque um sabão fica mais duro, mais suave, mais espumoso ou mais duradouro.
São a base do sabão. A partir deles obtém-se o sabão durante a saponificação. São óleos provenientes de plantas, sementes ou frutos e constituem a base principal do sabão artesanal.
Dependendo do óleo escolhido, conferem limpeza, espuma, dureza ou suavidade à pele. Cada óleo contribui com propriedades diferentes para o sabão final.
São gorduras sólidas à temperatura ambiente que se utilizam juntamente com os óleos na formulação do sabão. Conferem dureza, estabilidade e corpo.
Podem ser de origem vegetal ou animal, sendo ambas as opções tecnicamente válidas e eficazes.
São as matérias gordas a partir das quais o sabão é obtido.
Consoante o seu tipo e proporção, o sabão será mais duro, mais macio, mais espumoso ou mais suave.
É o ingrediente que permite que os óleos se transformem em sabão através da saponificação. Utiliza-se na produção de sabões sólidos feitos do zero.
Nos sabões de glicerina não se utiliza soda, uma vez que o sabão já se encontra previamente saponificado.
É o nome técnico da soda cáustica utilizada para fazer sabões sólidos.
Na saboaria trabalha-se habitualmente com uma pureza próxima dos 99 %.
É uma solução de hidróxido de sódio já diluída em água, com uma concentração aproximada de 30 %. Ao contrário da soda sólida, esta forma líquida permite trabalhar diretamente com uma solução preparada, facilitando a medição e reduzindo erros na preparação da lixívia.
Na saboaria artesanal, a soda cáustica líquida a 30 % é utilizada na elaboração de sabões de azeite por saponificação, ajustando corretamente as fórmulas para ter em conta que já contém água. O seu uso oferece comodidade e precisão, mas continua a ser um produto altamente alcalino, devendo ser manuseado com as mesmas medidas de segurança que qualquer forma de hidróxido de sódio.
É importante salientar que se trata de um produto de saboaria avançada, não recomendado para iniciantes. Trabalhar com soda líquida obriga a recalcular completamente as proporções de soda, óleos e água, uma vez que não segue o esquema habitual de formulação com soda sólida. As quantidades mudam, a forma de calcular a receita é diferente e exige um conhecimento sólido de formulação para evitar erros.
Álcali utilizado para a produção de sabões líquidos.
Não é intercambiável com o hidróxido de sódio.
É a parte dos óleos que se deixa sem converter em sabão ao ajustar a proporção entre óleos, soda e água.
Confere suavidade e sensação nutritiva ao sabão final.
É a relação entre a quantidade de água e a quantidade de soda.
Influencia o traço, a fluidez da mistura e o tempo de secagem.
Valor que indica quanta soda cada óleo necessita para se transformar em sabão.
É indispensável para uma formulação correta.
Parte líquida da fórmula. A sua quantidade condiciona o comportamento do sabão.
Pode ser substituída por outros líquidos, ajustando as proporções.
Um hidrolato é o líquido obtido durante a destilação de uma planta para extrair o seu óleo essencial. Durante este processo, além do óleo essencial, gera-se uma água rica em parte dos componentes solúveis da planta — esse subproduto é o hidrolato.
Na saboaria artesanal, os hidrolatos utilizam-se como substituto total ou parcial da água na fórmula. Por definição, os hidrolatos não conferem aroma ao sabão, pois o cheiro perde-se durante a saponificação, tal como acontece com os oleatos. A sua função não é aromática, mas formulativa.
O que efetivamente acrescentam é uma orientação específica ao sabão, ajudando a direcioná-lo para determinado tipo de pele ou necessidade, sempre de forma suave. Por exemplo, um sabão formulado com hidrolato pode ser mais calmante, mais refrescante ou mais adequado a peles delicadas, consoante a planta de origem.
Alguns exemplos comuns de hidrolatos usados em saboaria são:
Hidrolato de Lavanda, muito utilizado em sabões calmantes e equilibrantes.
Hidrolato de Rosas, empregado em formulações suaves para peles sensíveis ou maduras.
Hidrolato de Flor de Laranjeira, comum em sabões delicados e faciais.
Hidrolato de Alecrim, usado em sabões tonificantes ou estimulantes.
Hidrolato de Camomila, especialmente indicado para peles reativas ou com tendência à irritação.
Ao trabalhar com hidrolatos, é importante ter em conta que fazem parte da fase líquida da receita, devendo ser corretamente incluídos no cálculo da água. Não alteram o processo de saponificação, mas ajudam a refinar a formulação e a acrescentar valor ao sabão final.

O pH do sabão indica o seu grau de alcalinidade. Um sabão artesanal, quer seja feito do zero com óleos, quer seja elaborado a partir de bases de glicerina, é sempre alcalino — e isso é normal. Ter um pH alcalino não significa que o sabão seja agressivo, desde que esteja bem formulado e corretamente curado.
Um sabão bem elaborado apresenta um pH estável e seguro para utilização. O curado adequado no sabão de azeite é especialmente importante, pois durante esse período o pH estabiliza e o sabão torna-se mais suave para a pele. Por esse motivo, o pH não é utilizado para “baixar” ou “neutralizar” o sabão, mas sim para verificar que o processo foi realizado corretamente.
Para realizar esta verificação utilizam-se tiras indicadoras de pH, que permitem medir de forma rápida e simples o nível de alcalinidade do sabão. No caso do sabão sólido, a medição é geralmente feita humedecendo ligeiramente a superfície do sabão e aplicando a tira, comparando depois a cor com a escala do fabricante.
As tiras de pH são uma ferramenta útil para confirmar que o sabão é seguro, detetar possíveis erros de formulação e trabalhar com maior tranquilidade, especialmente durante a aprendizagem ou ao testar novas receitas. Não substituem uma boa formulação nem o curado adequado, mas ajudam a confirmar que o sabão está pronto para uso.
Indica o grau de alcalinidade do sabão. Um sabão bem formulado e curado é seguro, embora seja sempre alcalino.
Refere-se à rapidez ou lentidão com que a mistura atinge o traço.
Depende dos óleos utilizados, da temperatura e das proporções da fórmula.
Diz respeito à sensação que o sabão deixa na pele após a utilização.
Está relacionado com os óleos escolhidos e com o sobreengorduramento.
Indica o quão firme é o sabão e quanto tempo dura durante o uso.
Os sabões mais duros tendem a consumir-se mais lentamente.
Refere-se à capacidade do sabão de se manter sólido e durável ao longo do tempo.
Está relacionada com a dureza e com o processo de cura.

Nesta secção, encontram-se os problemas mais comuns que podem surgir ao elaborar sabão artesanal do zero. São situações habituais, sobretudo na fase de aprendizagem, e conhecer os termos ajuda a identificar rapidamente o que aconteceu e porquê.
Compreender estes conceitos permite detetar erros, corrigir receitas e melhorar resultados, além de permitir trabalhar com mais tranquilidade, sabendo que muitos destes problemas têm solução.
Sabão que não endurece o suficiente. Deve-se geralmente ao excesso de água ou tempo de cura insuficiente.
Sabão que se parte com facilidade. Pode estar relacionado com uma fórmula demasiado seca ou excesso de sais/pós.
Quando a mistura não emulsiona corretamente. Impede que o sabão se forme de maneira uniforme.
Problema causado por um desequilíbrio na fórmula ou excesso de óleos líquidos. Requer a revisão da receita.
Relacionado com a escolha dos óleos (falta de ácidos gordos como o láurico). Não significa necessariamente que o sabão não limpe.
Zonas de cor irregular. É um problema puramente estético (ex: manchas cor de laranja/DOS).
Marcas internas indesejadas. Surgem geralmente por misturas desiguais ou temperaturas diferentes (ex: «rios de glicerina»).
Migração da glicerina natural em sabões feitos do zero. Não deve ser confundida com a sudação (gotículas) em bases de glicerina.
Sabão com excesso de soda que não reagiu. Não deve ser utilizado na pele.
Buracos de ar causados por um vertimento brusco ou mistura demasiado espessa. Afetam o aspeto e a resistência.

Neste apartado reúnem-se os conceitos básicos relacionados com a elaboração de sabão a partir de bases de glicerina, uma forma diferente e muito comum de fazer sabão artesanal.
Aqui explicam-se os termos que surgem quando se trabalha com sabão já saponificado, desde a forma de manipular a base até aos elementos que influenciam o acabamento final.
Conhecer este vocabulário ajuda a compreender o processo, evitar erros comuns e aproveitar melhor as possibilidades que o sabão de glicerina oferece.
Sabão já saponificado que se derrete, personaliza e volta a solidificar. Limpa eliminando a gordura como qualquer outro sabão, mas o processo de elaboração é diferente do sabão feito do zero.
É um sabão completo por si só, já preparado para ser utilizado. Pode ser usada tal como está ou personalizada com corantes, essências, óleos essenciais ou princípios ativos.
O processo de fundir a base para poder trabalhar com ela. Pode ser feito em banho-maria ou no micro-ondas, sempre gradualmente. É crucial evitar o sobreaquecimento.
O intervalo de temperatura adequado para manipular a base sem a danificar, permitindo adicionar ingredientes sem alterar a textura ou transparência.
Ocorre quando a base aquece mais do que o necessário. Pode provocar bolhas, sudação, perda de transparência ou uma textura desagradável.
O momento de deitar a base derretida no molde. Deve ser feito com cuidado e à temperatura certa para um acabamento uniforme.
Aplicação de álcool em spray sobre a superfície recém-vertida. Serve para eliminar bolhas de ar e ajudar a que as camadas se unam corretamente.
Técnica que consiste em criar sabões com várias camadas de cores ou designs diferentes, deixando arrefecer cada uma antes de verter a seguinte.
Elementos decorativos (como pedaços de outros sabões) que se introduzem no sabão antes de este solidificar totalmente, ficando visíveis no interior.

Neste apartado explicam-se os diferentes tipos de bases de glicerina utilizadas na fabricação de sabão artesanal. Embora todas partam de um sabão já saponificado, cada base possui características próprias em termos de cor, transparência, textura ou propriedades adicionadas.
Conhecer as diferenças entre umas bases e outras permite escolher a mais adequada conforme o resultado pretendido, seja um sabão transparente, opaco, decorativo ou destinado a um tipo de pele específico.
Dentro das bases de glicerina, existem duas que são as mais utilizadas e conhecidas: a base de glicerina transparente e a base de glicerina branca. Ambas partem do mesmo princípio — um sabão já saponificado, pronto a derreter e personalizar —, mas diferenciam-se principalmente no acabamento visual e no tipo de cor que permitem obter.
Conhecer bem estas duas bases é fundamental, pois são o ponto de partida da maioria dos sabões de glicerina e permitem trabalhar tanto designs decorativos como sabões mais simples, consoante o resultado pretendido.
É uma base de sabão de glicerina que permite ver através dela e trabalhar efeitos visuais.
Com esta base é possível obter todos os tipos de cor: base transparente mais corante resulta num tom translúcido; se for adicionado opacificante ou um pequeno pedaço de sabão branco, a cor torna-se opaca.
É uma base opaca utilizada para obter tons suaves e pastel.
O branco clareia as cores: ao adicionar vermelho obtém-se rosa, e ao adicionar azul obtém-se azul pastel.
Para além das bases de glicerina transparente e branca, existem bases de glicerina que já incluem ingredientes específicos na sua formulação. Estas bases foram desenvolvidas para conferir propriedades concretas ao sabão final, como maior nutrição, suavidade ou cuidado da pele, sem necessidade de adicionar esses ingredientes desde o início.
Conhecer este tipo de bases permite escolher diretamente a opção mais adequada de acordo com o tipo de pele ou com o resultado pretendido, simplificando o processo de formulação.
É uma base de sabão de glicerina que já contém manteiga de karité.
Isto torna-a mais nutritiva e suave para a pele desde o início.
É uma base opaca, formulada sem SLS, enriquecida com leite de cabra.
Destaca-se pelas suas propriedades hidratantes e nutritivas, sendo ideal para peles sensíveis.
É uma base de sabão de glicerina translúcida, isenta de SLS e enriquecida com aloe vera.
Utiliza-se na produção de sabões hidratantes, especialmente indicados para peles secas ou maduras.
É uma base de sabão de glicerina enriquecida com azeite virgem extra.
Não contém SLS nem parabenos, é biodegradável e oferece propriedades hidratantes e antioxidantes.
É uma base de sabão de glicerina semi-transparente, enriquecida com mel.
Não contém parabenos nem SLS e é ideal para criar sabões nutritivos e suaves, especialmente indicados para peles sensíveis.
É uma base de sabão de glicerina mais espessa e viscosa quando derretida.
Foi desenvolvida para criar sabões marmoreados, com remoinhos ou efeitos decorativos através da técnica swirl.
É uma base de sabão de glicerina transparente de origem vegetal.
Está formulada para evitar que os sabões escureçam ou adquiram tonalidades acastanhadas devido ao efeito da vanilina presente em algumas essências.
É uma base de sabão de glicerina branca que mantém a cor estável ao longo do tempo.
Evita o escurecimento causado pela vanilina e permite trabalhar com essências sem alterações indesejadas de cor.

Neste apartado explicam-se os termos que influenciam diretamente o aspeto final, o aroma e a composição interna do sabão de glicerina. Aqui entram em jogo conceitos relacionados com a forma como os corantes e as essências reagem, quais os ingredientes que afetam a estabilidade da cor e que elementos tornam possível que o sabão limpe e produza espuma.
Compreender bem estes conceitos ajuda a evitar alterações indesejadas de cor, problemas de aroma ou resultados inesperados, permitindo trabalhar o sabão de glicerina com maior controlo e melhores acabamentos.
É um componente presente em muitas essências aromáticas, especialmente nas de tipo baunilha.
Pode provocar o escurecimento ou o tom acastanhado do sabão com o passar do tempo.
São conservantes utilizados em cosmética.
Os nossos sabonetes são formulados sem parabenos.
Todas as bases de sabão incorporam tensoativos para que o sabão faça espuma e limpe corretamente.
Sem eles, o sabão não cumpriria a sua função de limpeza.
É um tensoativo muito eficaz e amplamente utilizado, pois produz abundante espuma e uma limpeza eficaz.
É um ingrediente potente, podendo ser um pouco mais intenso para a pele, especialmente em peles sensíveis, mas destaca-se pela sua elevada capacidade espumante e detergente.
É um tensoativo semelhante ao SLS, mas mais suave para a pele.
Mantém uma boa capacidade de limpeza e formação de espuma, com melhor tolerância cutânea no uso diário, sendo o tensoativo utilizado na formulação dos nossos sabonetes.

Este glossário foi pensado como uma ferramenta de consulta, para que possas voltar a ele sempre que algum termo não faça sentido ou não tenhas a certeza do seu significado. Compreender bem o vocabulário desde o início facilita muito todo o processo e ajuda a evitar erros, tanto se fizeres sabão do zero como se trabalhares com bases de glicerina.
Se quiseres continuar a aprender passo a passo, podes apoiar-te nos nossos manuais gratuitos, onde encontrarás explicações mais completas, exemplos e conselhos práticos:
A partir deste ponto, queremos que saibas que estamos inteiramente à tua disposição para te ajudar.
Quer precises de orientação na escolha dos materiais, quer já tenhas os ingredientes em casa e surjam dúvidas durante a elaboração de qualquer receita, podes contar connosco.
Para continuar a aprender passo a passo, logo abaixo deste texto encontrarás o banner do Manual Aprende a Fazer Sabões da Gran Velada.
Ao clicares nesse banner, poderás descarregar gratuitamente o manual, onde explicamos de forma clara e organizada todo o processo de elaboração do sabão, desde os conceitos básicos até às receitas e conselhos práticos para começares com segurança.
Se estás a dar os teus primeiros passos ou queres consolidar o que aprendeste neste glossário, o manual é o complemento perfeito para continuar a avançar com confiança.

Quer precises de orientação na escolha dos materiais, quer já tenhas os ingredientes em casa e surjam dúvidas durante a elaboração de qualquer receita, podes contar connosco.
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