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Gosta que a sua casa cheire bem. Que o carro tenha um aroma agradável quando entra. Que o escritório não tenha cheiro a fechado. Os ambientadores fazem parte do nosso dia a dia quase sem nos apercebermos.
A dada altura, começa a surgir a curiosidade: o que contêm realmente os ambientadores que usamos, porque é que alguns cheiros são demasiado intensos, porque é que outros duram tão pouco ou se existem opções mais personalizáveis e conscientes. É aí que nasce o interesse pelos ambientadores caseiros.
Mas antes de pensar em fazê-los, o primeiro passo é compreender o que é um ambientador, como funciona e que tipos existem, porque nem todos servem para o mesmo nem funcionam da mesma forma.
Este guia foi pensado precisamente para esse ponto: esclarecer conceitos básicos, sem complicações, e ajudá-lo a perceber como começar a fazer os seus próprios ambientadores em casa com bons critérios.
Um ambientador é um produto concebido para dar aroma a um espaço ou melhorar o ambiente olfativo de um local fechado, como uma casa, um carro ou um escritório. A sua função não é limpar, mas sim modificar a perceção do cheiro do ambiente.
Alguns ambientadores perfumam de forma pontual, outros de forma contínua, e outros libertam o aroma apenas quando são ativados. Esta forma de difusão é o que distingue os diferentes tipos.

Os ambientadores caseiros funcionam libertando o aroma no ar através de diferentes sistemas: pulverização, evaporação, calor ou absorção. O método escolhido influencia a intensidade do cheiro, a sua duração e a forma como é percecionado no espaço.
Uma das grandes vantagens de os fazer em casa é poder controlar o tipo de aroma, a intensidade e o formato. Pode trabalhar com essências aromáticas ou com óleos essenciais, consoante o resultado pretendido. Na Gran Velada dispomos de mais de 500 essências aromáticas diferentes, o que permite criar ambientadores totalmente personalizados para cada gosto e cada espaço.

Existem diferentes tipos de ambientadores caseiros consoante a forma como libertam o aroma e o local onde são utilizados.
Os ambientadores em spray aplicam-se pulverizando diretamente no ambiente ou sobre os têxteis. Permitem controlar a intensidade a qualquer momento e são ideais para utilização pontual. Para os fazer em casa, utiliza-se habitualmente álcool a 96°, que ajuda a dispersar o aroma e evapora sem deixar resíduos, combinado com essências aromáticas ou óleos essenciais.
Os ambientadores tipo mikado perfumam de forma contínua através de varetas mergulhadas num líquido aromático. São muito comuns em salas, casas de banho ou entradas e não requerem qualquer ação diária.
Os ambientadores para difusor elétrico dispersam o aroma através de calor ou ultrassons. Neste caso, é fundamental utilizar um produto específico como o diluente para ambientadores elétricos DPM, pois as essências aromáticas e os óleos essenciais não se misturam bem com a água por si só. O diluente DPM permite que o aroma se integre corretamente antes de ser adicionado ao depósito do difusor.
Os ambientadores para carro são pensados para espaços pequenos, onde o cheiro se concentra muito mais. Podem ser líquidos, sólidos ou pendentes, e devem ser bem doseados para que o aroma não seja excessivo.
Os wax sachets são ambientadores sólidos feitos com ceras, pensados para armários, gavetas ou pequenos espaços. Não se derretem nem se queimam e libertam o aroma de forma suave e contínua.
Os ambientadores de cerâmica perfumada funcionam impregnando a cerâmica com aroma, que se liberta lentamente. Podem ser pendurados ou colocados em pequenos espaços e permitem renovar facilmente o cheiro.
Os ambientadores têxteis aplicam-se em tecidos como cortinas, sofás ou roupa de cama, normalmente em formato spray, e servem para refrescar rapidamente o ambiente.
Por fim, os wax melts são peças de cera perfumada que se derretem num queimador. Ao aquecer, libertam o aroma de forma intensa durante algum tempo e podem ser reutilizados várias vezes até perderem fragrância.

Para começar, não é preciso complicar nem utilizar muitos produtos diferentes. O processo base segue sempre o mesmo esquema, independentemente do tipo de ambientador.
O primeiro passo é decidir que tipo de ambientador quer fazer e onde o vai utilizar. A partir daí, escolhe o suporte adequado, como álcool a 96° para sprays ou diluente DPM se for usar um difusor elétrico.
Depois, seleciona-se o aroma. Pode optar por essências aromáticas, que oferecem grande variedade e estabilidade, ou por óleos essenciais se procurar uma abordagem mais natural, respeitando sempre as proporções recomendadas.
Uma vez escolhidos o suporte e o aroma, misturam-se bem os ingredientes até ficarem integrados. No caso dos sprays, agita-se antes de usar; nos difusores elétricos, adiciona-se a mistura ao depósito; nos formatos sólidos ou cerâmicos, deixa-se repousar para que o aroma se fixe corretamente.
Por fim, testa-se o resultado e ajusta-se a intensidade, se necessário. Começar com menos aroma e ir acrescentando aos poucos é a melhor forma de obter um bom resultado.
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